Sinecom-JP

Dia 7 dia de Luta Contra o PL 4330

Data publicação: 08/04/2015    Autor: Marcell    Categoria: NewsPaper

Dirigentes sindicais das categorias do comércio e serviços realizaram, na manhã de hoje (7), junto com a CUT, sindicatos filiados, movimentos populares e CTB, manifestações para impedir aprovação do PL 4330 e exigir mais direitos para classe trabalhadora.
A primeira atividade foi um Café da Manhã promovido pelo SINECOM junto o SEAAC-PB, FETRACOM-PBRN, CONTRACS e CUT. O Objetivo foi informar e conscientizar sobre os males caso, o PL 4330 (proposta pelo Deputado Federal, Sandro Mabel – PL-GO), seja aprovado no Congresso.
A ação do SINECOM foi destaque no Globo News, Bom Dia Brasil, TV Tambaú e Cabo Branco, além de vários portais como G1, Paraíba.com, Tambaú 247, Folha.UOL entre outros.
Além disso, o sindicato convidou os trabalhadores para participarem, após o café, de uma Plenária sobre o Projeto, que ocorreu no Auditório da Superintendência do MTE em João Pessoa, onde participaram várias autoridades, entre elas Dr. Eduardo Varandas, procurador do MPT-PB.
Antes da plenária os trabalhadores percorreram as principais ruas do Ponto Cem Réis até a Superintendência do TEM, passando pela Praça João Pessoa (Praça dos Três Poderes) com palavras de ordem e cantos que convidam à continuar sempre na luta e na ampliação das conquistas.
 
Confira as imagens:
 
http://goo.gl/y0sg7O - Álbum no Flickr
 
http://goo.gl/6Q1AHH - Álbum na Fanpage (Facebook)
 
 
Escrito por: Assessoria de Comunicação do SINECOM
 
Saiba mais sobre o PL 4330 que promove a terceirização e a precarização do trabalho:
 
A terceirização e os/as trabalhadores/as
Atualmente, 12,7 milhões de trabalhadores (26,8%) do mercado de trabalho são terceirizados. E os empresários querem ampliar ainda mais esse contingente de subempregados.
 
O dossiê “Terceirização e Desenvolvimento: uma conta que não fecha”, produzido pela CUT em parceira com o Dieese, mostra que os terceirizados ganham menos, trabalham mais e correm mais risco de sofrerem acidentes, inclusive fatais. Em dezembro de 2013, os trabalhadores terceirizados recebiam 24,7% a menos do que os que tinham contratos diretos com as empresas, tinham uma jornada semanal de 3 horas a mais e eram as maiores vítimas de acidentes de trabalho. No setor elétrico, segundo levantamento da Fundação Comitê de Gestão Empresarial (Coge), os trabalhadores morreram 3,4 vezes mais do que os efetivos nas distribuidoras, geradoras e transmissoras da área de energia elétrica. Dos 10 maiores grupos de trabalhadores em condições análogas à de escravos resgatados entre 2010 e 2013, 90% eram terceirizados.
Quer regulamentar? Então, iguale os direitos
A CUT defende o PL 1621/2007, elaborado pela Central e encampado pelo deputado Vicentinho (PT-SP), propõe a regulamentação da terceirização desde que haja igualdade de direitos entre terceirizados e efetivos (saúde, ambiente de trabalho, plano de saúde, tíquete refeição etc), a proibição da terceirização na atividade-fim e a responsabilização da empresa tomadora de serviços, quando a terceirizada deixar de cumprir suas obrigações, como depositar o FGTS e pagar homologações.
O QUE FALTA NO SUS PARA ELE CUIDAR BEM DE VOCÊ E DE TODAS AS PESSOAS?
Essa é a pergunta que interessa a todos nós, usuários e trabalhadores da saúde, movimentos e entidades, que se manifestam nesta caminhada em defesa da saúde pública. Desde 1988, o Brasil tem um sistema de saúde dinâmico e complexo que se chama SUS – Sistema Único de Saúde – e se baseia nos princípios da saúde como direito de todos os cidadãos e dever do Estado.
Passados 27 anos, conquistamos com nossa luta muitos avanços, porém, ainda brigamos pela total implantação do SUS. E vamos continuar lutando. O SUS é uma conquista popular e só será implantado por inteiro com a participação de todos e todas. Por isso não cansamos de convocar a população a batalhar para que se acabe com as limitações e dificuldades dos serviços públicos de saúde e a combater propostas que visam nada mais do que transferir lucros para a iniciativa privada.
 
 
Escrito por: Marozi Muniz (ASCOM da CUT)
Tags: PL 4330, DIA 7 DIA DE LUTA